quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Bloggers = Jornalistas?

Aqui eu escrevo o que eu quero, como quero. Às vezes até nem quero, mas apetece-me. Aqui eu divulgo o que eu quero, como quero. Normalmente, não é um querer muito forte... Apetece-me! E posso, e quero, e mando. Livremente, sem censura, sem (re)pressões, sem responsabilidade.
Ora... Poderá um blog ser considerada uma forma de exercer jornalismo? É uma óptima fonte de informação! Tendencial, está claro. Mas, por amor de Deus... Como podem os bloggers ter os mesmos direitos dos jornalistas, se não têm os mesmos deveres??
É um tema controverso. Será que me está a escapar alguma coisa? Descobri hoje que os partidos políticos estão a atribuir muitos direitos aos bloggers, iguais ou muito semelhantes aos dos jornalistas... À excepção do PCP (o único que faz uma distinção muito clara entre bloggers e jornalistas), os partidos mais conhecidos atribuem credenciais aos bloggers, muitas vezes sem uma avaliação prévia dos blogs. PS, PSD, BE e PP estão a fazer uma confusão qualquer, talvez sem noção da vastidão da blogosfera.
Parece-me que isto não vai correr bem, até porque há tantos bloggers que os espaços para jornalistas (e bloggers, em muitos casos) vai ter que ser muito aumentado, pelo menos a avaliar pela quantidade de blogs portugueses que existem... Como vão eles descalçar esta bota? E se apetecer a um blogger, sem responsabilidade, disparatar maldades sobre estes partidos?
Enquanto blogger, acho isto extraordinário. A possibilidade de exercer funções jornalísticas sem se reger por nenhum código deontológico é formidável. Enquanto jornalista, acho isto inacreditável. Onde vai parar o jornalismo?

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Asus Eee PC 901

Estou ansiosa! O computador feito à minha medida. Vou hoje comprá-lo!

http://eeepc.asus.com/global/901.htm

I love it! Só a ideia de poder transportá-lo com facilidade dá-me uma grande satisfação. Leve, portátil e com tudo o que considero essencial... Muito mais barato do que um pc normal.

domingo, 31 de agosto de 2008

Assim vou ser feliz!

De volta ao desemprego total, dá-me vontade de fazer tantas, tantas coisas... Tantos sonhos por concretizar!... Na verdade, não estou preparada para fixar a vida e manter-me subjugada a uma rotina diária. Por isso, os planos agora são fazer mais e diferente. Fiz uma lista na minha mente, que já tem vindo a ser construída há muito tempo, e organizei o meu plano de ataque à felicidade. (suspiro) Vou tornar-me tão conhecedora!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Estudantes de Viseu

Tenho um "je ne sais quois" por tunas. E as duas tunas da minha cidade (será que há mais do que estas?) deixam-me orgulhosa por ser viseense. Agora, só me falta ser gajo, ser estudante, e estudar em Viseu... Juro que também ia lá para estas coisas das tunas! São cheias de espírito! Gosto! Infantuna e Tunadão, a seguir, nos vídeos.



Afinal não foi só os Jogos Olímpicos

Bem, acabei de ver esta declaração do C. Ronaldo, que certamente me passou ao lado na altura d Euro 2008: "Acha que eu preciso de trabalhar? Eu preciso é de descansar!"... Não serã declarações em tudo semelhantes às do Marco Fortes?






E lembrem-se que Portugal, em futebol, nem sequer "atingiu os mínimos" para ir aos Jogos Olímpicos...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O meu post mais estúpido de sempre

Engoli os sentimentos. Engoli-os a todos. Nada como uma vida desprovida de sentidos maus. I feel soooo freeeeeeeeeee!!!
"Boooolaa braaancaaaa: O Vazio faz a revienga e ultrapassa o Mal Cheio, ocupando agora o top animal. E é golo, é golo, golooooooooooooooooooooooooo!!!!!! GOOOOOOOOLLLLOOO do vaziiioooo! O público no Estádio do Organismo manifesta-se. Está fora de si, numa espécie de euforia da alma levitacional. A equipa da Apatia recuperou e passa para a frente no marcador graças a este grande Vazio. Apatia 3 X Escuridão Sentimental 2!!!"
Acho que estou a ficar doida!!! :X

domingo, 24 de agosto de 2008

Adeus Jogos Olímpicos

Pequim 2008 já terminou, dizem que com a pior prestação de sempre dos portugueses. Depois das duas desistentes, depois da frase já célebre "de manhã é para ficar na caminha", depois de um lutador Gustavo Lima deixar a modalidade da vela e da desilusão com os supostamente grandes Francis Obikwelu, Naide Gomes (embora tenham estes nomes estrangeiros) e outros como a Telma Monteiro(esta já com um nome mais tuga), nuns Jogos Olímpicos em que nem a nossa pentacampeã Vanessa Fernandes conseguiu o ouro e os portugueses ficaram geralmente classificados na segunda metade da tabela, acredito que tenha mesmo sido a nossa pior prestação de sempre.
E os portugueses reclamavam: "Tiram-me dinheiro para eles irem lá passear", "Se estão bem na caminha, então vão lá fazer o quê?", "Eles recebem demasiado dinheiro para isto...". Claro que toda a discussão abrandou quando a nossa última esperança, Nélson Évora, alcançou o primeiro lugar do pódium com os seus 17.67 metros no triplo salto. Foi por muitos apelidado de "Salvador da Pátria", nome com o qual eu não concordo. Concordaria com um "Salvador dos atletas olímpicos", isso sim. Apenas devolveu confiança aos portugueses e defendeu o bom nome dos atletas, mas não salvou a pátria de se afundar em Pequim. Fez tudo o que pôde e, embora esteja, sem dúvida, de parabéns, já vi Évora saltar mais longe.
Envoltos em polémica, estes Jogos Olímpicos, por sua vez, bem podem ser considerados uma grande desilusão. Não só para os portugueses, tão perdedores, como também para o resto do mundo. Fala-se em árbitros e júris com alguma tendência para favorecer a China. Houve a polémica com as idades das acrobatas chinesas. Isto já sem falar da fantástica ilusão de óptica na inauguração dos JO, que, afinal de contas, foi feita a computador. É estranho que haja tantas falcatruas alegadamente cometidas pela China.
Por isso, Portugal não foi o único país a perder. Fomos todos. Esta foi mais uma mancha no sinuoso percurso dos Jogos Olímpicos e não será apagada. Não pela prestação dos nossos atletas - se me pagassem para ir a Pequim fazer desporto, confesso que eu estaria mais interessada em ver as vistas do que em correr e saltar. Mancha inapagável na história, sim, porque cheira a farsa e porque vai contra os princípios básicos que originaram estes jogos: união, desportivismo e camaradagem. Não assistimos a um hino ao desporto, mas sim, das duas uma, ou a uma série de contestações de maus perdedores ou à corrupção do país anfitrião.

Não dêem importância a isto

Tantas pessoas no mundo. Tantas multidões, tanta agitação, tantos carros, tantas casas, tantas famílias, tantos eventos, tantas ocupações, tantos objectos, tantas estradas, tantas notícias, tantos animais, tantos ventos, tantos raios de sol, tantas plantas, tantos jogos, tantas coisas, tantas palavras... Como pode alguém sentir-se só nesta dialéctica imparável de relações?
Tenho um segredo. Um segredo é o que nos faz isolar-nos do que resta no mundo. Mas há segredos que nem o maior desbocado consegue transmitir. Há segredos chamados sentimentos. Nunca tive jeito para sentimentos nem dúvidas existenciais. Sempre os evitei, apegando-me a outros factores da vida. Agora não tenho como escapar-lhes. Pois não tenho mais nada a que me apegar. O que falta acontecer? Às vezes, gostava de ser bruxa e adivinhar o futuro. Pelo menos, não surgiam dúvidas sobre o que fazer. Alguém quer ser meu mestre da arte divinatória? Tenho a certeza que não. Eu seria má aprendiz. Por isso, a pergunta não passa de retórica. Por mais que eu goste de filosofia, odeio as perguntas retóricas que me inundam o cérebro pequenino, ocupado com apenas uma coisa. E não consegue pensar em mais nada...

sábado, 23 de agosto de 2008

Noites de Inverno

Está escuro. É a negritude plena que faz perorrer um arrepio na espinha frágil e desampara a criança na vida sangrenta, quase vampírica, numa noite de nevoeiro de Inverno em que fugia dos lobisomens e outros monstros terroríficos. Ela fugia assustada. Agora, a criança vira-se contra eles e vai à luta, embora a noite nunca tenho estado tão fria e enevoada, sem nem sequer ter a lua para a apoiar.

domingo, 17 de agosto de 2008

Fenómeno

Depois de uma semana de praia... o meu tom de pele continua mais claro do que a própria areia... tirando eu, toda a gente ficou preta!!!

Saturday Night Drunking Dreams

Há amigos que são para a vida. Há Aqueles amigos. Aqueles sem os quais já não conseguimos imaginar a nossa vida a acontecer. Os amigos das férias, das borgas, das partilhas, das trocas, dos encobrimentos, dos mesmos pensamentos, dos aparvalhanços, das conversas filosóficas, da entreajuda, do espírito de sacrifício, os amigos de "Saturday Night Drunking Dreams", "And so it is..." ou do que for. Aconteça o que acontecer, imaginamo-nos velhinhas, aqui, na Pérsia, onde for, nas nossas reuniões de sábado ou de férias, quase como as meninas do Sexo e a Cidade.
É o que eu mais gosto nas férias. Na "Vagues" podemos cimentar a nossa amizade, colori-la de novas aventuras, novos pormenores, retocá-la e poli-la para que nada se estrague. Quem diria, há tantos anos atrás, que hoje tudo continuaria na mesma entre amigas. Sem stresses, sem disputas, mas sim com o mais puro sentimento de amizade ao qual nem sempre conseguimos dar valor. Agora sim, gravamos os nossos momentos para sempre e encontrar-nos-emos eternamente num sábado à noite perto de nós. (E vocês não conhecem o meu blog hihihi)

Sines

É por isto que eu gosto de festivais de Verão. Desde andar mal vestida e pouco limpa, às noites muito mal dormidas, passando pelos almoços e jantares improvisados e mesclados com o Camping Gás. E, claro, o que nunca podemos esquecer são os encontros inesperados - desta vez, os Erasmus, as gregas, o “Mr. Rawal”, vários amigos que não encontrava há muito e os vizinhos mal ou bem-humorados, que também ficam na história do FMM Sines 2008.
Como estreante neste festival, tenho a dizer-vos que estou espantada com a organização, com a boa música, com os espaços dos concertos e com a vontade que eu tinha para ficar tão mais tempo… Muito frio - nada que um vinho bem tuga não apague - e, acima de tudo, boa disposição. E, para quem, como eu, vai para ver as vistas, o FMM Sines é muito económico! Sim, apanhei um escaldão que quebrou toda a minha alvura e fui picada por insectos. Sim, o Carreiras é muito chato J . Sim, o “man” do Bloco de Esquerda era um atrasado mental e muito má onda. Sim, tive medo do homem que nos queria bater por não aceitarmos imperiais (lá tivemos que aceitar…). Mas são todas as aventuras, boas e más, que, mesmo com o Carreiras presente J, me deixam dizer que Sines foi lindo, lindo, lindo a triplicar, e que, para o ano, quero repetir a experiência, mas por mais tempo.

sábado, 2 de agosto de 2008

Pessoas irritantes

Mais pessoas que me irritam:
- Pessoas indecisas;
- Pessoas que mandam sms a toda a hora, sobretudo quando são do género "então, tudo bem?" ou "olá, que tens feito?" ou "estou a fazer xixi" ou "a pessoa disse isto e fez aquilo";
- Pessoas que se acham mais cultas e inteligentes do que um cidadão médio;
- Pessoas que têm opiniões formadas pelas opiniões da generalidade da população;
- Pessoas invejosas;
- Pessoas sem sentido de humor;
- Burros;
- Pessoas que levantam testemunhos, mesmo que falsos, sem estarem devidamente informadas sobre a situação;
- Casais muito melosos;
- Aquelas que deixam os amigos de parte constantemente para estarem com os namorados;
- Os que "fazem e acontecem", mas, na realidade, nada...
- Pessoas mais inteligentes que eu, que me fazem sentir parva e que me trocam as voltas;
- Pessoas que gostam de ostentar o que quer que seja

Oportunidades são assim!

Fiz diferente. Fiz "melhor". Agarrei uma oportunidade que poderia escapar não fora o bom timing... Escapou uma hipótese melhor que não sei se teria oportunidade de agarrar, mas, não fora a oportunidade que agarrei, poderia vir a ser uma oportunidade bem melhor... Essa, sim, seria a boa oportunidade... Embora esta não seja má... Estou naquela fase adolescente da indecisão constante. Que tardio!

De volta

Passou muito tempo desde o meu último post, eu sei... Vou compensar tudo nos próximos dias... Tudo aquilo que me afectou a alma durante este tempo e que eu pensei "hmmm vou falar disto no blog" (sim, isso acontece-me muitas vezes) vai ser aqui postado, embora possivelmente desactualizado, num caso ou outro...

sábado, 19 de julho de 2008

Loures crew

Loures crew é que rulla, yô! Ai de quem se meta com os guetos de Loures... "chamo já os meus amigos ciganos" e olhem que eles já são mais de uma centena!!! "De onde és?", "Kova M", "Ah! Betinho! Eu sou de Loures, man! Vamos andar à porrada? Eu tenho uma faca que dá tiros!"... tou a ver. Móni! Tens as costas quentes, e eu também, que tenho família nesse "ganda" Loures. Passem já pra cá os trocos ou parto-vos essas teclas todas, ya?

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Música 2008

Bem... em termos de espectáculos musicais, não temos mesmo como pegar. Ou seja, claro que posso lamentar-me por nunca ter visto os "meus" Smashing Pumpkins ou por, no ano passado, ter perdido aquele Yann Tiersen. Mas este ano, confesso que alguns dos grandes nomes musicais da minha vida estão/estiveram/estarão em Portugal. Sim, não posso estar presente neste momento no Marés Vivas (quem diria que iria ter este cartaz!!), nem absorver a experiência de Lou Reed ou Leonard Cohen. Já perdi concertos nos quais nem quero pensar, pois me obrigam a esbofetear-me e perguntar "por que é que foste para os copos naquele dia?" ou "porque compraste aquela camisola, de que até nem precisavas assim tanto?".
Apesar de tudo, ainda há coisas que eu tenho conseguido e, passada uma semana, deixem-me que vos fale do dia 10 do Optimus Alive!. Que falha minha não falar dele aqui! Não foi bom. Não foi mau. Não foi surpresa. Não foi desilusão. Tudo correu como se estava à espera. Ok, The Hives mostraram alguma força, mas foi na altura em que eu não tinha forças e me fui alimentar. Mas, para mim, os grandes nomes do dia 10 eram Gogol Bordello e Rage Against The Machine. Não foi muito bom. Não foi muito mau. Não deram um espectáculo memorável. Também não foi nada de se deitar fora. Gostei. Mas não adorei. Tocam bem ao vivo, têm energia, mas nem sempre entusiasmam e a comunicação com o público é muito fraquinha. Claro que não podemos comparar os dois tipos de música. Mas senti o mesmo em ambos os concertos. Não posso dizer que estes concertos marcaram a minha vida (e eu, que ia à espera de tanto, sobretudo de Gogol!). Passou-se bem o tempo, mas faltava ali qualquer coisa. Eu também não fiquei nos lugares em que gostava de ter ficado a ver os concertos. Fiquei longe do velho violinista de Gogol Bordello, que estava do outro lado do palco, onde eu queria ter ficado. Fiquei a quilómetros do palco em Rage. Muita, muita confusão...

quarta-feira, 16 de julho de 2008

...

Desesperados inesperados. Quando damos conta, a vida volta atrás, a vida vai para a frente, há recuos e avanços labutados e simultaneamente inesperados. Há momentos em que decido parar para pensar. Mas tenho um medo gigante de o fazer. E daí surgem os inesperados. Certo… errado? Não interessa.
Sempre achei que é pior a sensação de nos arrependermos por aquilo que não fazemos do que por aquilo que fazemos. Até porque, se o fazemos, é reflexo de algo que queremos fazer.
Pode haver mais coisas que queremos fazer, mas, desta vez, achei por bem agarrar a oportunidade que me foi atribuída. Certo ou errado? Não sei… Talvez (muito provavelmente) o mais errado…
Estou com muito sono neste momento para poder “discernir”. Mas acho que fiz o errado mais certo. Começo a achar que me acomodo ao que vem até mim. Começo a achar que tenho poucas forças para “discernir” (e tinha que usar esta expressão duas vezes) e, pior, tenho pouca vontade de lutar por algo que se afigura tão efémero.
Cambaleio entre palavras tortas e olhares de amor. Deambulo no bulício da cidade, qual Cesário Verde, e bebo de um só trago a bebedeira da confusão que veio para ficar e se instala no meu cérebro, tirando espaço para neurónios e entropiando as mensagens que não chegam ao destinatário. O sono que me abala agora é fruto do sono que me tiraste, ó enevoada imaterialidade cerebral. Não! Não te quero maltratar. Aliás... quero! Uma vingançazinha não pode ser má. Mas não sou a brava guerreira de outros tempos. Sou uma fera amestrada sem força para se libertar das imposições sem sentido. Podes ir, sem medo, que eu não te faço mal. Mas estarei aqui ao pé e sei que tu estarás sempre comigo.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Parabéns Aninha

Hoje a Aninha faz anos! Ela nem conhece o meu blog... Por isso posso anunciar aqui que a gente hoje faz surpresinha! :)Vais ter o Bruno só para ti! e MUITO MAIS!!! Um dia hás-de ler isto :) Façamos uma reflexão e... um brinde! Para te animar nos momentos tristes, mas também nos alegres... Beijãaaaaooo!

sábado, 5 de julho de 2008

A bomba latina (mas o que é isto?)

Ana Malhoa continua sempre em grande estilo. O meu amigo Ricardo sugeriu-me um post sobre isso depois de analisarmos afincadamente o seu site, o seu novo videoclip, as suas fotos, o seu MySpace, o MySpace do Clube de Fans, as suas aparições na TV, excertos dos espectáculos... Uma tarde bem passada.
Não sei muito bem o historial da Ana Malhoa. Lembro-me dela nos tempos em que via o Bueréré e que ela cantava grandes hits infantis, nomeadamente o "Sabes que começou no A". Passou depois por todas as vogais, até ao U. Terminado o alfabeto, o que fazer? Assumir-se como a maior "bardajona" portuguesa (assim muitos lhe chamam).
Como em tudo, estas opiniões não são consensuais. Por isso, dêem uma olhada nos links. E deixo aqui um "best of" dos comentários no MySpace.


Pepe Joey

27 Jun 2008 07:59

"Hello!
Finalmente..já tenho o teu novo disco!
Não páro de ouvir a faixa 4! Está demais!!!
Parabéns!
Beijinhos do teu fan

ANA MALHOA FOREVER"



Sandra

25 Jun 2008 11:06

"ola espero que esteijas boa e comtimua assim ademiro te muito e o teu pai esta bom!"



Debbie Bjorn

20 Jun 2008 00:34

"Debbie Bjorn

Debbie Bjorn


Beijinhos DEBBIE BJORN"


Angel ? / Devil ?

8 Jun 2008 10:02

"Na minha opinião o que faz de ti uma mulher fascinante é precisamente o facto de seres extrovertida, diferente, corajosa, exótica, o facto de possuíres um coração de guerreira e uma voz espectacular.
Grande Ana Malhoa!!!
Gostei do logótipo…

One big kiss for you…

Nanda ;)"


Pepe Joey

30 Mai 2008 14:33

"Oi, Ana!
Estou mesmo admirado com a música "Gimme more", está brutal!! Amei as novas fotos!
Realmente, consegues surpreender tudo e todos até as imperatrizes de Roma! Eh eh
Ultimamente não me tenho cansado de ouvir "Já não sei o que sinto",passo dias inteiros a ouvir esse som!
Adorei ver-te na tv e gravei.
Bjs"


Carla Alexandra

4 Jun 2008 15:05

"olá aninha, como estas? espero que bem...
já vistes o myspace do teu pai?
http://myspace. com/jose_malhoa
beijinhos ..loirinha"


ana malhoa

13 Mai 2008 14:36

"Ola amigos continuarei a fazer tudo por vos!!!!!!!!!!!!!!
KISSES
ANA MALHOA"


Carrinhos de Choque

18 Abr 2008 21:30

"Seria com muito prazer dar umas voltinhas contigo!
http://i184.photobucket.com/albums/x128/ll_individeo_ll/carrinhos/carrinho-azul.gif"

Isto tudo é genial! Que sucesso de mulher! É a bomba latina (assim foi apelidada num título de uma reportagem). Não parei de me rir esta tarde, a sério! Lá surpreender, Ana Malhoa surpreende!..

Hitler perdeu a cabeça

Na abertura do Madame Tussaud de Berlim, um homem decidiu decapitar a figura de Adolf Hitler. Aplausos, por favor!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Estamos mesmo em crise?

Queixam-se da crise, dos problemas na agricultura, da escassez de alimentos... O que é certo é que os Morangos com Açúcar nunca mais acabam...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Ingrid Betancourt

O que virá agora que tantos reféns das FARC foram libertados? Ingrid Betancourt está a ser falada como a nova super-heroína do mundo, e é-o, de certa forma. Continuo sem entender a razão de muitos comunistas defenderem a forma de actuação das FARC, que vão contra os direitos humanos mais básicos. Tudo deve ter peso e medida. Ser religioso, ok, matar em nome da religião, aí já vamos dar uma grande volta. Ser comunista, ok, ir contra os próprios ideais em nome desses mesmos ideais, o que é isso?...
Ingrid Betancourt é uma daquelas histórias cinematográficas, feitas de heróis revolucionários, que lutam contra as injustiças de alma e corpo, e os maus da fita, que não deixam o mundo progredir. Depois, há os interesses todos por trás, de malvados que acabam por ajudar os heróis em nome de interesses pessoais até que tudo tem um final feliz. Agora, esperamos o próximo filme. Talvez venha o livro da raiva, parte II, de certeza, cheio de intriga (s) e a resposta dos malvados que não deixarão descansar a sonhadora Ingrid Betancourt. Se acaba bem ou mal, isso eu não sei. Mas não me parece que tudo tenha acabado por aqui...

sábado, 28 de junho de 2008

Os "frontais"

As pessoas não são sinceras. Nem com os outros nem consigo próprias. E há um tipo de pessoas que, juro, são as únicas que me fazem mesmo muita espécie. O grupo dos "frontais".
Se algo os chateia, pois que vão discutir e descarregar noutras pessoas/coisas sobre assuntos forçados apenas para evitar pensar naquilo que verdadeiramente os chateia e acabando por culpar quem não tem nada a ver com a história. Quando querem convencer alguém de alguma coisa, usam todos os argumentos que ocorrem, mesmo que sejam argumentos parvos, mas, depois, quando confrontados com a mesma situação mas no papel de "pessoa que está a ser influenciada", ficam ofendidíssimos por lhes dizerem o mesmo que eles já disseram aos outros. Se estão felizes, zangam-se com quem não está nos melhores dias. Se estão tristes, fazem questão de criar mau ambiente para fazer de todos os outros tristes também. Adoram criticar, mas é o fim do mundo quando são criticados. Adoram gozar com as pessoas, mas, quando gozados, não concebem que aquilo não passava de uma brincadeira sem maldade. Se querem ir para um lado específico, não são capazes de dizer "quero ir para ali", com medo que perguntem o porquê ou com medo de assumirem, mesmo perante si próprias, que querem ir a um lugar que mais ninguém quer. No entanto, andam com os outros a saltitar de spots, sempre mal humorados e mandando frequentes indirectas do tipo "ó tu, não és tu que gostas daquele sítio? se quiseres podemos ir, que não seja por mim, que eu não tenho qualquer tipo de problemas com isso, a sério!". Finalmente, levamos os "frontais" aos lugares que eles tanto procuram e chega a alegria. Não seria mais fácil dizerem "vou não sei onde, ninguém quer vir?".
São estas as pessoas que dizem "o que eu tenho a dizer, eu digo logo, e digo na cara, sou muito impulsivo e frontal". Cada vez mais me convenço que quem diz isto são as pessoas com mais "segredos", com mais atitudes forçadas e que mais menosprezam os outros. Dizem as coisas na cara quando querem descarregar em cima de alguém. Não dizem as coisas na cara para perguntar se precisam de ajuda, para saber se está tudo bem, para um sorriso ou uma palavra de encorajamento. Dizem as coisas na cara porque "ya", são rebeldes e radicais e é cool dizer que se é frontal. Mas para se ser frontal, não se tem a necessidade de repetir aos quatro ventos que se tem essa característica. Até fica mal! Principalmente quando sabemos que essas pessoas seriam incapazes de assumir determinadas coisas e não olham nem para si próprias com frontalidade. Não querem olhar os seus defeitos, mas são as primeiras a condenar os outros. E nem quando outra pessoa "fontal" lhes aponta defeitos elas são incapazes de acatar. Até aí fogem da frontalidade e viram a cara tipo "não! eu não sou nada do que tás a dizer" porque a outra pessoa é que é parva para achar aquilo deles, que são tão perfeitos. No fundo, dizer "epá, sou muita frontal" significa"epá, sou daquelas pessoas com um feitio lixado que acha que tem sempre razão e acho-me a pessoa mais legítima para refilar com os outros, sendo capaz de lhes dizer as piores coisas, deixá-los mesmo em baixo, isto, claro, sem aceitar que alguém jamais fale da minha vida, a não ser que sejam coisas boas, porque só eu é que tenho legitimidade para criticar os outros". É isto que quer dizer frontalidade? É por isso que é cool?
Não entendo a necessidade de se dizer que se é frontal. Até porque ninguém é totalmente frontal. Vamos dizendo as coisas, mas só quando o objectivo é magoar é que as pessoas usam o argumento "sou assim, sou directo e frontal e as coisas são assim", secas. Há situações em que, muito bem, é de louvar a frontalidade. Mas, tantas vezes, é tão escusada! Podemos ficar-nos pela sinceridade e matar a frontalidade?

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Relembrando

Relembro que tenho um bilhete geral para Paredes de Coura à venda por 65€... A quem quiser ir ver Sex Pistols, Mando Diao, Primal Scream, Editors, The Mars Volta, dEUS, Thievery Corporation e muito mais, contacte-me. É que eu não posso ir e queria ver-me livre deste bilhete, até 5€ mais barato do que o seu preço... Precisava desse dinheiro porque queria ir ao Alive!, que a esse eu posso ir... Digam aos vossos amigos, divulguem. Os portes de envio estão incluídos!

Código do Trabalho

Leis, mais leis, mais leis, mais leis. Qual é o objectivo? A revisão do código do trabalho poderia ser uma coisa boa.
Para mim, que sou pobrezinha e recebo dinheiro da minha mãe para poder colmatar o mínimo necessário à sobrevivência, não é mau de todo. Neste momento... Não tenho como objectivo depender do ordenado de outrem eternamente! Um dia quero ganhar dinheiro suficiente para sobreviver. E se quiser constituir família? Ter filhos? Isso pressupõe ainda mais dinheiro! Agora, se o novo Código do Trabalho pressupõe que trabalhar mais significa descontar mais dinheiro para uma Segurança Social que não é de confiança, as coisas mudam. A primeira coisa que ocorre neste momento aos trabalhadores a recibo verde é, certamente, se devemos arriscar e não pagar a Segurança Social. A segunda coisa é se compensa trabalhar mais, uma vez que o dinheiro que conseguíssemos receber a mais iria quase directo para a Segurança Social. Segurança Social é só o nome, mesmo. Qual Segurança? Ah! Social? Se há coisa que nos dias de hoje não existe é Segurança Social, mas ok, continuamos a pagar por uma coisa que não temos. Segurança Social, essa só pode ser para rir.
Ora, os resultados da aprovação deste novo Código serão desastrosos neste ponto, como é óbvio. Em vez de motivar os portugueses para o trabalho, vai demovê-los de terem mais rendimentos. Os pobres não conseguirão ficar mais ricos, a não ser que, pouco provavelmente, se vença o crime dos recibos verdes. Os da classe média vão ficar mais pobres e vão começar a trabalhar menos, sendo que podem trabalhar menos para obterem o mesmo dinheiro. Os ricos, como sempre, passarão imunes à polémica das leis laborais.
Ao mesmo tempo que implanta políticas de incentivo à natalidade, o governo esquece-se que está a implantar políticas de incentivo à emigração. Há uma série de incoerências na política praticada por Sócrates e seus capangas. Umas decisões são "para inglês ver". Outras fazem um mix, com aspectos positivos e aspectos negativos, de forma a que as pessoas fiquem um bocado confusas a tentar perceber se aquilo é bom ou mau, embora, na verdade, acabemos por ficar na mesma, enquanto Sócrates pode dizer, mais tarde, na sua campanha, "melhorámos isto, isto e isto". Outras, são, de facto, decisões terríveis, mas são sempre abafadas por outros acontecimentos de que o governo faz questão de se vangloriar.
Às vezes, olho para Sócrates como o "Tio Patinhas". Só falta saltarem-lhe dos olhos cifrões e, por conseguinte, petróleo. Não é só ele. Bush, Sarkozy, Chavez, todos os grandes senhores da política mundial, independentemente da facção partidária a que pertençam. Será que eles têm em casa um compartimento com uma piscina de euros?
Só falta andarmos todos a bajulá-los, pedindo um eurito "por favor". Não estamos muito longe disso. Tirando a parte do bajular, é isso mesmo que acontece. Irrita-me mesmo ser a Ferreira Leite a maior oposição ao Partido Socialista. Ela pensa exactamente da mesma maneira que Sócrates! E, crise instalada na Europa, nada vai mudar para melhor, a não ser que deixemos a crise incontrolável passar e começarmos a ter mais condições sociais. Ao menos alguma coisa em que é possível melhorar para já...
Todos os dias se ouve falar de dinheiro, petróleo, crise, afundamento financeiro, aumento de preços, más condições sociais, crimes, pessoas que perdem a cabeça, acidentes, tragédias sem fim. Tenho o sonho de conseguir presenciar um dia em que, vá, basta, 50% das notícias seja com coisas positivas da vida. Porque o mais fácil é ir à tragédia buscar informação noticiosa. Já se sabe que prende os leitores/ouvintes/telespectadores. Mas as coisas muito boas também prendem. Estão é escondidas num buraco muito profundo, muito longe daqui! Digam lá se não vos fazia ter um dia em cheio se a vida fosse linda, cheia de coisas boas para dar nas notícias?

Ana Lúcia soma mais uma

A Ana Lúcia está mesmo em grande. Ligou uma telespectadora que, "Pronto, não vou estar aqui a dizer que não conheço a Gisela, se já a conheço. Qual é a tua dica, Gisela?", ao que a telespectadora responde "Sina!". "Pina?", pergunta a nossa amiga Ana Lúcia. "Não! Sina!", retruca a outra. "Pina?", volta a querer saber a apresentadora. "Não!", diz a já irritada Gisela, "Sina!", repete. "Ah!... Sina?". Boa, é isso mesmo! "Está errado! Ohhh!". O que lhe deu para querer intrometer-se na vida dos outros, ainda para mais em directo?

Sempre a somar

Nestas noitadas trabalhosas, e só com três canais de Tv que me possam trazer barulho, acompanho de perto o fenómeno dos programas "Sempre a Somar". Pois que a Ana Lúcia, assim se apresentou ela, é hoje a apresentadora do tal programa que faz as delícias de quem vê a TVI a esta hora (quem será?). E, logo a abrir, saiu-se com uma pérola: "Fiquem-me a fazer companhia! Não vá para a caminha porque eu também vim da cama para lhe fazer companhia!". Serei eu a compactuar com o meu sono ou ela disse a mais pura verdade relativamente à forma como conseguiu apresentar este belo programa? É que o jeito para apresentadora não foi, de certeza...

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Que coisa mais parva

E se o sol brilhasse em plena meia-noite,
Iluminando o caminho da boa-ventura?
E se as flores colorissem a chuva do Inverno,
E as pingas salpicassem como um arco-íris?
E se o calor nos suportasse sempre o coração,
Envolto em chamas, brasas e grande compaixão?
E se o anjo viesse em todos os momentos,
Para nos contar todos os segredos?
E se não existissem dores nem rancores,
Ódios, amuos, vinganças ou traições?
E se a música de fundo não parasse de soar,
Estimulando a paz de espírito e felicidade?

Sou, fui, serei
Um mundo alternativo de chocolate com morangos
A serenidade da montanha com vales verdejantes
E um rio azul cujo leito tem força de motor.
Já nós
Somos, fomos, mas não seremos.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sugestão para TV

Depois de Super Pai, Floribela e Xikititas, sugiro os novos sucessos da TV: "Ali, bábá! Os 40 anões!", na TVI, e "A Gata Benfoleira", protagonizado por Luciana Abreu, na SIC.